quinta-feira, 8 de setembro de 2016

Eu tô aqui!



Odeio quando faz isso.

Some, sem nem deixar pistas de onde poderia estar.

Eu sinto tanto a sua falta.

Sinto falta de você perguntando como foi meu dia e senti muita falta disso hoje, já que meu dia foi uma merda.

Achei de verdade que você estaria lá pra deixar tudo melhor e eu dormir em paz mas você não estava e isso doeu como um ferrão.

Foi hoje que eu percebi o quão importante seus sorrisos são nos meus dias. Percebi o quanto os abraços quentinhos importam e que ter noticias suas, nem que sejam no fim da noite, deixam tudo melhor.

Me sinto ridícula escrevendo isso por que não passamos de meros estranhos que tentam se conhecer cada vez mais quatro dias por semana em um intervalo de cinco minutos.
Isso fica pior quando eu ensaio tudo que quero te falar mas por fim seus olhos não deixam, já que eles são a coisa que mais me prendem em você, convenhamos, você sempre soube disso.

Você sabe que eu me importo, que me importo muito, e isso parece não importar tanto pra você.

Cara, isso pode não dar em nada, eu sei.

Mas sei também que pode dar em tudo.

E se fosse pra arriscar em algo, eu arriscaria de corpo e alma nos seus olhos, nos seus abraços, nos seus beijos (que ainda não foram dados) e na sensação que você me causa.

Eu arriscaria em nós.

Levanta, pegue o carro, vem me buscar e vamos ver o pôr do sol.

Eu tô aqui!


Não espero pra sempre, mas consigo esperar tempo suficiente pra você vim me buscar.

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